Qual importância do Plano de Continuidade de Negócios na TI

Imagine iniciar o dia de trabalho e perceber que as operações de sua empresa estão paralisadas, onde não é possível efetuar faturamento, acompanhar a logística, ou vender! E tudo isso sem uma previsão de retorno, podendo estagnar sua empresa por dias, causando uma reação em cadeia em todos os setores, provocando prejuízos financeiros, entre outros diversos fatores negativos.

Já passou por uma experiência assim? Acredite, é um pesadelo! Evite esse cenário. Sua empresa precisa urgentemente ter um Plano de Continuidade de Negócio.

O que seria um Plano de Continuidade de Negócio?

De acordo com a ISO 22301, o Plano de Continuidade de Negócios ou sigla em inglês “Business Continuity Plan” (BCP), é definido como “procedimentos documentados que as organizações precisam como um guia” para responder, recuperar, retomar e restaurar um nível pré-definido de operação após a interrupção. (Cláusula 3.5)

Neste contexto, segundo o CEO da Ravel Tecnologia Nelson Corrêa Leite Júnior, é preciso atentar-se para dois pontos principais: como a Gestão de Tecnologia da Informação da sua empresa está tratando as falhas, incidentes e desastres que afetam a operação do negócio corporativo; e quais sãos as ações e estratégias de prevenção que asseguram o funcionamento dos principais serviços durante momentos de crise, falhas e ameaças. 

Na prática: Imagine que o seu servidor “Local ou Nuvem” sofreu um ataque por cibercriminosos, em um período de fechamento com prazos apertados ou faturamento alto. Ou, por exemplo, a empresa possui apenas um link de internet, e com a interrupção do mesmo não consegue realizar as operações por causa desta falha.

Se você tem um Plano de Continuidade é possível ativar o servidor de contingência e continuar suas operações até que a estrutura principal volte a operar normalmente. 

Como implantar um Plano de Continuidade na sua Empresa?

Cada empresa tem sua característica, por isso para inserir um Plano é necessário analisar os riscos e impactos individuais que envolvem a sua operação. Conheça os três pilares necessários:

  • Análise de risco: Esta etapa é muito importante, pois busca entender e identificar todos os recursos, componentes e serviços da sua Tecnologia da Informação e como tudo isso se relaciona com sua operação.

Analisa o ambiente da TI como um topo, podendo gerar uma matriz de risco a fim de localizar os mais críticos, tanto para o ambiente físico, como para o ambiente lógico.

Com esta análise, identificação e avaliação são possíveis visualizar as causas para uma falha de operação da TI e oferecer à gestão do negócio uma visão estratégica para a tomada de decisão de investimentos, na busca da continuidade.

  • Análise de impacto: Fornece o pleno entendimento de quanto a Tecnologia da Informação pode afetar a operação de negócio, e principalmente, dimensionando quanto custa (de forma tangível e intangível) uma “parada de operação” no decorrer do tempo. Com esta informação é possível compreender a necessidade de investimento em TI para realmente suportar a continuidade do negócio.
  • Planejamento estratégico: Define como elaborar os documentos do Plano de Continuidade de Negócio. Por meio de todas as informações anteriores, adota-se um planejamento preventivo do que fazer para que as operações continuem funcionando até que tudo se reestabeleça.

Neste documento, além das soluções de contingência, é importante pensar na continuidade, incluindo pessoas-chave para a execução de cada atividade, apresenta-se a crise e orienta-se tomadas de decisões. É preciso deixar documentado todo o procedimento técnico necessário para continuidade do negócio.

Erros comuns que podem causar a parada da operação das empresas

Muitas empresas costumam ter cenários que dificultam ações efetivas de recuperação de desastres, que por sua vez geram prejuízos. Dentre eles, podemos citar:

  • Falta de backup regular ou teste de restore nos sistemas
  • Pouco investimento em tecnologia
  • Falta de replicação de serviço e servidores para proteção
  • Ausência de plano para recuperação de falhas
  • Concentração de informações ou procedimentos críticos em uma única pessoa
  • Falta de documentação de processos

Dispor de um Plano significa ter uma grande visão estratégica do futuro, é ter estabilidade mesmo em períodos adversos e clientes mais satisfeitos com a disponibilidade dos seus serviços.

Não corra riscos! Realize um Plano de Continuidade de Negócios em sua empresa e tenha mais segurança.

Autor:

Edson Brito – Gestor Técnico na Ravel Tecnologia, com formação em Tecnologia da Informação e pós graduado em Segurança da Informação

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